Está bem na nossa cara, amigos santistas. Como um filme repetido, barato,
cheio de chavões, efeitos especiais e frases feitas.
Esse ano, LAOR colocou o pé no freio, por conta das "finanças" e tentará
montar um super time para 2013-2014. Quer, a qualquer custo, com Robinho,
Conca, Diego, Alex ou Kaká ganhar o Brasileirão (2013) e, se der, a
Libertadores (2014) e assim trilhar a conquista do seu maior objetivo: SER REELEITO (alterando o Estatuto, coisa fácil) ou ELEGER ALGUÉM.
Essa velha tática, consagrada por Odorico Paraguaçu, Maluf, Sarney, Collor, FHC
e Lula, custou nossa não participação na Libertadores de 2013, nosso quase
rebaixamento e nos brinda com uma campanha patética no brasileirão.
Tem mais. Fez o Santos beijar as mãos de CBF e Globo, abanar o rabo para
Marin, Juvêncio e Andres e perder uma semi-final pro Alvinegro de
Itaquera, que, sabidamente, é menos time que o nosso. E entramos assim, humilhantemente
para a história, até então sem conquistas internacionais, do Itaquerense,
arqui-rival histórico da Ponte Preta.
Nos fez ainda motivo de piada ao contratar jogadores de gosto duvidoso e
futebol nenhum. Na vitrine bonita do shopping, compramos Bills, Juans, Magrões,
Patitos, Deivids e Miralles. Em contrapartida, vendemos no camelô, com desconto, dois ídolos
históricos.
Para tudo correr como queria, LAOR contou com a conivência de um técnico aproveitador, preguiçoso e ultrapassado, que, ao "apoiar" o projeto, encostou as
nádegas, ajeitou a pança e passou a fingir que treina, devidamente motivado
pelo extrato mensal que tira e pelas "férias" remuneradas que tirou,
de junho a dezembro. E o que é pior, boicotando e ridicularizando nossos
meninos, num covarde embargo aos produtos da nossa fábrica de craques.
Essa engenharia perversa e emburrecedora
passou ainda pelo silêncio de alguns jogadores, por acreditarem que farão parte
dos planos. Silêncio esse que não os deixa, na maioria das vezes, participar de
qualquer programa esportivo de debate, pior que ele seja. Algo que vai contra a histórica simpatia
que o Santos exala.
Não podemos eximir o "revolucionário" contrato
com a Nike, que imagino, tenha uma cláusula que não obrigue a fornecedora a
disponibilizar camisas em tempo hábil. Desenhando, é algo assim: “Olha só, a
gente te da tudo isso em dinheiro, mas não vamos fabricar muita camisa não,
ok?”
Tudo às custas da liderança do velho
guerreiro gigante Leo. Às custas da burrice e ganância de um menino paraense.
Mas, principalmente, às custas do brilho intenso e contínuo da nossa joia rara,
dos estragos que faz nosso terceiro raio. Pontapés que Neymar não pôde evitar.
Não deixemos nos enganar.
Em 2014, LAOR TEM QUE DEIXAR O SANTOS.
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