A ação de marketing, talvez, tenha sido muito bem feita. O resultado final, talvez, tenha atingido o objetivo, que talvez seria gerar visibilidade. Toda a engenharia marqueteira de "Call Me Maybe", feita pelo Santos, obedeceu o passo a passo de uma ação "de sucesso". Talvez.
Tiago Leifert, alguns dias antes, talvez já "avisado" ou "motivado" sobre o vídeo, jogou inocentemente a musiquinha no Globo Esporte. Algum tempinho depois, sabendo de nossa final na Recopa e a devida visibilidade na mídia, estrategicamente, lançaram o vídeo. A produção, muito bem feita, contou até com o ranzinza Muricy, que, talvez, nem sabia o que estava fazendo, como declarou. Passou por funcionários, para meter uma humildade no produto, e por Neymar, que talvez goste da música.
Tudo isso, talvez, para "ativar" a juventude e a simpatia inatas ao Santos, antes históricas e agora trabalhadas a duras penas por um comitê que não entende do negócio. Algo que poderia ter sido feito de diversas outras maneiras, e com maior simplicidade, talvez, apenas explorando nossa vocação de desenvolver e revelar craques.
Mas foi válido. Aprovei. Se a música fosse boa então...
Música boa não precisa de ajuda. Música ruim cai no esquecimento.
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